sábado, 5 de março de 2016

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Déjeuner Sur l'Herbe

Grafites H, 5B e 8B, canetas de feltro e lápis de cor s/ moleskine A6

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Esferográfica rollerball 0,5, maduro tinto 13,5º e lápis de cor s/ moleskine A6

Aqui não mora a nouvelle cuisine e termos como gourmet, à la carte ou béchamel estão ausentes do cardápio, ainda bem! Retorno a um local não contaminado pela presunção, com a deliciosa bagunça das coisas que põem os olhos a dançar com os lápis. 

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

sábado, 20 de fevereiro de 2016

Braga:::Praça Mouzinho de Albuquerque

Rollerball preta e lápis de cor s/ moleskine A3

A apanhar pedaços de uma manhã sem horários nem destinos: 85 dB de música, sol, saudade e sede...

sábado, 13 de fevereiro de 2016

périplo pedestre pelas moradas de Deus (estava para fora, em negócios)





Caminhar com Thoreau e Lipovetsky




Colesterol, neura e ressaca foram caminhar pelo dorso verde que dorme no horizonte das janelas. A tirania do tempo não incomoda a passada, há muito para calcar que não se mede em quilómetros.
Paragem na capela de Santa Maria Madalena, o templo mais bonito e discreto do périplo.

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Pelos costados da pátria


Castelo de Belmonte, grafite
Parte de Manteigas, vista do Hotel Vale do Zêzere

No castelo de Celorico, só o traço a lápis esteve lá, a aguarela veio com a memória


quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Göreme, Turquia


O desfiladeiro espreguiça-se ao sol e, no seu lento apartar geológico, vai deixando pelo caminho as invulgares formações rochosas que dominam os vales profundos da Capadócia onde nasceu o nosso padroeiro, S. Jorge. É difícil encontrar um pilar que não tenha sido esburacado, criando abrigos onde, nos primeiros séculos da nossa era, se acoitaram as primeiras comunidades paleocristãs. São muitas as igrejas escavadas na rocha, testemunhando a devoção mística de cenobitas e eremitas nesta terra dada a uma contemplação algo perturbada pela paisagem repleta de falos rochosos; chamam-lhes chaminés de fada... 



quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Kizilirmak Nehir


A primeira abordagem, à pressa, a lápis, na ponte sobre o  rio Kizilirmak, na Capadócia, Turquia; água límpida, margens tufadas de verde, manhã quente, o autocarro apita, o guia chama, caderno no saco. No hotel, o esboço é revisitado; cor, contornos e texturas. 

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Ça m'amuse

Retrato Nº 48; colagem e acrílico s/ cartão

Retrato Essencial; colagem, acrílico e ausência de hesitação s/ cartão

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Lee Ranaldo


Chá, scones e um (bom) concerto a solo do ex-Sonic Youth Lee Ranaldo para rematar um domingo soalheiro que acabou por se espreguiçar até tarde.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

domingo, 7 de setembro de 2014

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   Estudo para proposta de tatuagem em torno do braço ou da perna. Caneta gráfica 0,7 e lápis de cor s/ papel

À flor da pele

  Estudos para tatuagens, Grafites e lápis de cor s/ papel

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

:...!?...

Aguarela e guache s/ papel


Através do teu coração/ Passou um barco/ Que não pára de seguir/ Sem ti o seu caminho

Sophia de Mello Breyner Andresen, Navegações, 1996

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Serralves

Grafites s/ Moleskine A5

Este velho e belo amigo castanheiro domina um dos recantos discretos e aprazíveis de Serralves. Confidente discreto e leal, nunca regateou os seus méritos, oferecendo a tranquilidade e a frescura de uma copa não domada...Foi bom revê-lo e desenhá-lo, apesar da brevidade da estadia...
 

sábado, 9 de agosto de 2014

Gerês

Campo do Gerês; grafites e aguarelas s/ Moleskine A5
Castelo de Lindoso

Lindoso, espigueiros (informação sobre estas estruturas aqui


terça-feira, 29 de julho de 2014

quarta-feira, 25 de junho de 2014

S. João

Capela de S. João, parque da ponte, Braga. A cor foi acrescentada posteriormente.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Aparição nocturna de um ovo no céu

 Com os olhos postos no nascer da lua a esvaziar-se sobre o monte do Sameiro. Aguarelas e caneta de feltro.



segunda-feira, 16 de junho de 2014

A vida por um canudo


Bom Jesus, 14h30: caneta preta, aguarelas, café e boa companhia.

A expressão "ver Braga por um canudo" deriva do monóculo que existia no monte do Bom Jesus, o qual, metendo-se-lhe uma moeda, permitia ver pormenores  da cidade de Braga lá ao fundo, a meia dúzia de quilómetros. o problema é que, na maior parte das vezes, o nevoeiro ou simplesmente uma ligeira bruma, não deixava ver grande coisa, pelo que "ver Braga por um canudo" era um sonho  que ficava sem concretização e com uma moeda a menos... (http://falaresdanossalingua.blogspot.pt/2012/08/ver-braga-por-um-canudo.html)